Águas Revoltas

Águas Revoltas
Para lá do Horizonte...Somewhere over the rainbow....

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Finalidade da vida...


Com vontade de aprender a finalidade e o sentido da vida, é preciso amar a vida por ela mesma, inteiramente, mergulhar por assim dizer, no redemoinho da vida, somente então aprender-se à para que se vive.

A vida é algo que, ao contrário de tudo criado pelo homem, não necessita de teoria, quem aprende a prática da vida também assimila a sua teoria.

"Hoje se chover, seja feliz com a chuva que molha os campos, varre as ruas e limpa o ar.
Se fizer sol, aproveite o calor.
Se houver flores em seu jardim, aproveite o perfume.
Se tudo estiver seco, aproveite para colocar as mãos na terra, plantar sementes, regá-las e aguardar a floração.
Mas, verdadeiramente, a única fonte de felicidade está dentro de nós mesmos e deve ser repartida.
Repartir as alegrias é como espalhar perfume sobre os outros.
Sempre algumas gotas caem sobre nós.

Quando partilhada, a alegria aumenta...
Hoje não arrume desculpas.

SEJA FELIZ!"

Já chorei vendo fotos e ouvindo musica; Já liguei só para ouvir uma voz;
Me apaixonei por um sorriso;

Já pensei que fosse morrer de saudade;
E tive medo de perder alguem especial... (e acabei perdendo)
Já pulei e gritei de tanta felicidade;
Já vivi de amor e fiz muitas juras eternas... "quebrei a cara muitas vezes!"
Já abracei para proteger;
Já dei risadas quando não podia;
Já fiz amigos eternos;
Amei e fui amado;
Mas tambem já fui rejeitado;
Fui amado e não amei...
Já chorei olhando novela Viver a Vida,pois nessa novela mostra lado real da vida,das decepções e amores.
São os detalhes que mudam nossas vidas e contróem nossa felicidade, portanto, acredite na beleza dos seus sonhos e lute.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Às vezes...


Deus costuma usar a Solidão para nos ensinar sobre a convivência.


Às vezes, usa a raiva para que possamos Compreender o infinito valor da paz.


Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono.


Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos.

Às vezes usa o cansaço, para que possamos Compreender o valor do despertar.


Outras vezes usa a doença, quando quer Nos mostrar a importância da saúde.


Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar a andar sobre a água.


Às vezes, usa a terra, para que possamos Compreender o valor do ar.


Outras vezes usa a morte, quando quer Nos mostrar a importância da vida.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Quando me amei de verdade - Charles Chaplin

Às vezes também se consegue!!!
Mas só os eleitos!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Amizade

Amizade é a última esperança, para mudar o mundo!!!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010


MUITO é quando os dedos da mão não são suficientes. POUCO é menos da metade.
AINDA é quando a vontade está no meio do caminho.
LÁGRIMA é um sumo que sai dos olhos, quando se espreme o coração.
AMIZADE é quando você não faz questão de você e se empresta para os outros.
VERGONHA é um pano preto que você quer para se cobrir naquela hora.
SOLIDÃO é uma ilha com saudade de barco.
ABANDONO é quando o barco parte e você fica.
SAUDADE é quando o momento tenta fugir da lembrança por acontecer de novo e não consegue.
LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
AUSÊNCIA é uma falta que fica ali presente.
TRISTEZA é uma mão gigante que aperta seu coração


Quando amadurecemos, a palavra ser, é mais importante do que o ter.
A vida nos ensina ao longo dos anos, que só somos o que fizemos de nós, e nada do que tivemos nos deu mais do que o que fomos!!!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

PORCOS ASSADOS de * Gustavo F. J. Cirigliano *




Certa vez irrompeu um incêndio num bosque onde havia alguns porcos, que foram assados pelo fogo.
Os homens, que até então comiam carne crua, experimentaram a carne assada.
Acharam-na deliciosa. A partir daí, toda vez que queriam comer porco assado, incendiavam um bosque. O tempo passou, e o sistema de assar porcos continuou basicamente o mesmo.
Mas as coisas nem sempre funcionavam bem: às vezes os animais ficavam queimados demais ou parcialmente crus.
Os especialistas alegavam que o fracasso do sistema se devia à indisciplina dos porcos, que não permaneciam onde deveriam, à inconstante natureza do fogo, tão difícil de controlar, ou, ainda, às árvores, excessivamente verdes, ou à umidade da terra, ou ao serviço de informações meteorológicas, que não acertava o lugar, o momento e a quantidade das chuvas.

Como se vê, era difícil isolar o problema - na verdade, o sistema para assar porcos era muito complexo.
Fora montada uma grande estrutura: havia maquinário diversificado, indivíduos dedicados a acender o fogo - os incendiadores - e especialistas em ventos - os anemotécnicos. Os incendiadores se subdividiam em categorias, conforme o treinamento: incendiadores da zona norte, da zona sul, de inverno e de verão, de fogo diurno e de fogo noturno e assim por diante. Havia um diretor-geral de Assamento e Alimentação Assada, um diretor de Técnicas Ígneas, um administrador-geral de Reflorestamento, uma Comissão de Treinamento Profissional em Porcologia, um Instituto Superior de Cultura e Técnicas Alimentícias e o Bureau Orientador de Reformas Igneooperativas.
Eram milhares de pessoas trabalhando na preparação dos bosques, que logo seriam incendiados. Havia especialistas estrangeiros estudando a importação das melhores árvores e sementes e a produção de chamas mais potentes. Havia grandes instalações para confinar os porcos antes do incêndio, além de mecanismos para deixá-los sair apenas no momento oportuno.
Mas um dia, Joboão, um humilde incendiador do grupamento norte-inverno-diurno, resolveu dizer que o problema tinha fácil solução: bastava, primeiramente, matar o porco escolhido, limpá-lo e cortá-lo adequadamente e colocá-lo então em uma grade de ferro, sobre brasas, até que o efeito do calor - e não as chamas - assasse a carne, sem estorricá-la.
Tendo sido informado sobre as idéias de Joboão, Absalão, o diretor-geral de Assamento e Alimentação Assada, mandou chamá-lo ao seu gabinete:
"Tudo o que o senhor propõe está correto, mas não funcionaria na prática. O que o senhor faria, por exemplo, com os anemotécnicos, caso viéssemos a aplicar a sua teoria? E com os incendiadores de diversas especialidades? E os especialistas em sementes? Em árvores importadas? E os desenhistas de instalações para porcos, com suas máquinas purificadoras de ar? E os conferencistas e estudiosos, que ano após ano têm trabalhado no Programa de Reforma e Melhoramentos? O que eu faria com meu bom amigo (e cunhado), presidente da Comissão para o Estudo do Aproveitamento Integral dos Resíduos das Queimadas? O que eu faria com todos eles, se a sua sugestão fosse aceita?"
"Não sei", disse Joboão, encabulado.
"O senhor percebe agora que a sua idéia não atende às nossas conveniências? O senhor não vê que, se tudo fosse tão simples, nossos especialistas já teriam encontrado a solução há muito tempo? O senhor, com certeza, compreende que eu não posso simplesmente convocar os anemotécnicos e dizer-lhes que tudo se resume a assar um porco por vez, sobre brasas, sem chamas. O que o senhor espera que eu faça com os quilômetros de bosques já preparados, cujas árvores não dão frutos e sequer têm folhas para dar sombra? E o que fazer com nossos engenheiros em porcopirotecnia? Vamos, diga-me!"
"Não sei, senhor."
"Bem, agora que o senhor conhece as dimensões do problema, não saia por aí dizendo que pode resolver tudo. O problema é bem mais sério do que o senhor imagina. Aqui entre nós, devo recomendar-lhe que não insista nessa sua idéia - isso poderia trazer problemas para o senhor no seu cargo."

Joboão, coitado, não deu mais um pio. Sem despedir-se, meio atordoado, meio assustado, botou o rabo entre as pernas, saiu de fininho e nunca mais se ouviu falar dele.